Missões

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Monte Mestre Álvaro com Sidney, Fellipe, Guilherme e eu

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Eu, pois vos envio

Geralmente, os cristãos acreditam que a Grande Comissão possui um tempo de validade. É interessante comparar duas passagens no Evangelho de João que tratam diretamente do envio dos apóstolos. Enquanto que em João 17.18 a palavra “enviado” indica um modo de emitir, o verbo em João 20.21 é usado na forma do presente indicativo e pode ser tomado para exprimir a idéia de um processo de enviar ou envio contínuo.
Em João 20.21 a missão de Cristo é considerada não quanto à sua realização histórica, mas a permanência de seus efeitos. A forma de realizar a missão de Cristo iria mudar, mas a missão ainda era eficaz e teve seu prosseguimento. Os apóstolos foram encarregados de continuar o trabalho de Cristo e não começar um novo.
O princípio de enviar é tão permanente quanto os efeitos do trabalho de Cristo e as necessidades do homem. A idéia de que estamos vivendo na era pós-missão, não é sustentada pelas Escrituras, pela necessidade do mundo, pelas esperanças das igrejas mais novas ou pelo cristão. Permanece o fato de que as necessidades são titubeantes, as exigências urgentes, as possibilidades supreendentes, e as respostas nunca vistas. Deus está trabalhando como nunca. Este não é o momento de duvidar ou questionar, ou para estar espantado, confuso e hesitante. Este é o momento de ser bravo e ousado – de empreender mais do que nunca grandes coisas para Deus, para estar na colheita e no campo de batalha.
Nossos tempos exigem uma fidelidade absoluta à Palavra, total devoção a nosso Deus, obediência inquestionável e confiança no Espírito Santo, determinação inflexível para completar a evangelização do mundo de acordo com o propósito de Deus e ordem de nosos Senhor; e pensamento radical e atitude drástica para atualizar missões e realizar nossa tarefa.


Por Insejec

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